Golfinho-Negro

Golfinho-Negro do Chile

Nome Cientifico: Cephalorhynchus eutropia

Características: O Golfinho-Negro do Chile é um dos mais pequenos cetáceos. É muito pouco conhecido, a partir de uma miscelânea de esqueletos, um punhado de acostamentos e um número limitado de observações.

Pode ser confundido com o boto-de-lunetas no sul da área e com o boto de Burmeister no norte; a forma da barbatana dorsal é uma boa característica distintiva das três espécies. Também existe alguma sobreposição com o Golfinho-de-Commerson preto e branco no extremo sul.

O Golfinho-Negro do Chile é capturado ilegalmente como isco destinado às armadilhas para a pesca do caranguejo-real no Chile - motivo para preocupação pois a população dos golfinhos poderia estar muito desfalcada.

O corpo escurece muito depressa após a morte, o que contribui possivelmente para uma descrição menos exacta nos relatórios anteriores.

Outros Nomes: Golfinho-Negro .

Barbatana Caudal

Cabeça

Comportamento: Pouca informação sobre o comportamento, mas crê-se que seja discreto.

É raro saltar. Relatórios dizem ter leve movimento ondulatório na água, bastante parecido com um leão-marinho a nadar.

Visto frequentemente entre as ondas fortes e a rebentação, muito perto da costa. Os animais na zona sul da área desconfiam muito mais das embarcações e são muito mais difíceis de aproximar; no norte, nadam em direcção aos barcos e podem "acompanhar à proa".

Os grupos tendem para ser bastante maiores ao longo das costas expostas no norte, e foram visto 4000 animais a viajar juntos.

Encontrado com frequência associado a bandos de aves marinhas.

Distribuição: Restringe-se às águas frias, baixas e costeiras do Chile. Área estende-se de Valparaíso, no norte, à ilha Navarino, perto do cabo Horn, no extremo sul. Surge também no estreito de Magalhães e nos canais da Terra do Fogo.

Distribuição para ser contínua, apesar de parecer haver áreas de abundância local, tais como ao largo de Playa Frailes, Valdivia, golfo de Arauco e perto da ilha de Chiloé. Sabe-se que entra no rio Valdivia e noutros rios. Pode também surgir por vezes no extremo sul da ponta da Argentina.

Não se conhecem movimentos sazonais. Parece preferir zonas onde as marés se fazem sentir sobre uma grande área.

Encontrado frequentemente na entrada de fiordes, baías e estuários, mas também surge ao longo de costas bastante expostas.

Não há informação sobre a dimensão da área ao largo

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